Abordagem
A interseção é o produto.
O problema
Domínio sem método produz opinião. Método sem domínio produz ruído.
O mercado oferece dois tipos de fornecedor para problemas analíticos com componente jurídico. De um lado, escritórios e pareceristas que entendem o direito mas não modelam: entregam opinião qualificada, sem evidência empírica que sobreviva ao escrutínio de auditor ou comitê. De outro, empresas de dados e consultorias quantitativas que sabem modelar mas não entendem o domínio: entregam dashboards bonitos com erros básicos de classificação processual, ou modelos calibrados em variáveis que não fazem sentido jurídico.
Quando o problema é simples, qualquer dos dois resolve. Quando o problema é complexo, nenhum dos dois resolve sozinho, e o cliente acaba contratando os dois e pagando para coordenar especialistas que falam idiomas diferentes.
A abordagem
Cinco práticas que diferenciam a entrega.
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Domínio embutido no método
A modelagem incorpora a estrutura do problema jurídico desde o desenho. Variáveis fazem sentido processual; classes refletem categorias reais; interpretação é traduzida em linguagem que o usuário final entende.
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Metodologia auditável
Premissas explícitas, código versionado, dados rastreáveis. O resultado vem com a documentação necessária para sobreviver à revisão de um parecerista, auditor ou comitê de investimento.
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Produto sobre relatório
Onde faz sentido, a entrega é um artefato persistente: base indexada, pipeline operacional, dashboard interativo. Não um PDF que envelhece em uma semana.
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Decomposição automável
Cada engajamento começa pela decomposição: o que pode ser automatizado, o que exige julgamento humano, e onde está o controle de qualidade. Sistema para o que escala, atenção para o que não escala.
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Diagnóstico antes da venda
Se o problema do cliente não tem fit analítico (se a entrega correta é jurídica, não quantitativa), o encaminhamento é direto, sem custo. Tessera não vende serviço onde o produto não cabe.
Na prática
O fluxo é o mesmo em todo projeto.
O engajamento começa com diagnóstico: entender o que o cliente tem, o que precisa, o que é possível com os dados disponíveis. Em seguida, decomposição: separar trabalho automatizável de trabalho que exige julgamento. Definição de escopo, fee fixo, prazo.
Execução: extração e estruturação dos dados, modelagem, calibração contra dados históricos, iteração metodológica. Visualização e relatório com interpretação. Handoff com documentação técnica e treinamento, quando necessário.
Para clientes recorrentes com pipeline ativo ou produto operando, manutenção via atualização automatizada e analista dedicado. O fundador entra em diagnóstico, calibração e decisões estruturais; freelancers analíticos executam extração e modelagem rotineira.